VALDINEI TAVARES CONSULTORIAS

terça-feira, 27 de setembro de 2011

A SAÚDE PEDE SOCORRO, NESSE CASO QUEM SOCORRE? O DRº ADEMAR COUTINHO




Não da mais pra conviver com essa situação em Barra do Riacho, neste dia 27 de Setembro de 2011, uma paciente com necessidades especiais Raquel Loureiro filha de Ana Carla Loureiro e Dilmar Mattos precisou de ser atendida em situação de Emergência na unidade de Saúde  de Barra do Riacho, pois a paciente esta tendo varias convulsões podendo chegar a óbito. A situação é rotineira, pois a mesma é portadora de necessidades especiais. A situação de calamidade pública no local não havia ambulância, bala de oxigênio quase nada se tinha para uma urgência ou emergência uma humilhação pra uma comunidade de 11.000 habitantes e varias transnacionais em seu entorno que mantem esse município entre o topo da economia capixaba não restando nem se quer esmola ou migalhas pra nossa comunidade. Fui acionado pelos pais para acompanhar o ocorrido e fique pasmo com o que assisti, observei que os profissionais são capacitados e experientes mais é muito pouco pro ELEFANTE BRACO, liguei para a ouvidora Margarete Frigine, relatando o fato, a partir dai ela acionou a secretária de Saúde só assim foi possível chegar uma ambulância ao local, ambulância essa deslocada da sede do município para a Orla já as unidades próximas também não possuem ambulância no momento também. Relatei ainda a Ouvidora que vários equipamentos aduados pela a empresa Carioca Engenharia, estão sendo carregados pela Secretária de Saúde para outras repartições do município deixando assim descoberta nossa unidade no futuro Pronto Atendimento 24 horas, é isso mesmo 24 horas não, não é piada é 24 horas mesmo é promessa  de campanha já se esqueceram é desde de 2004 a promessa, ELA VALE ATÉ A PRÓXIMA ELEIÇÃO! Denuncia essa confirmada pela própria Ouvidora, que logo em seguida me ligou de volta e confirmo a retirada dos equipamentos de imediato ela nos disse que orientou o Secretário a devolver os equipamentos a unidades e deixou bem claro para ele que se assim não fosse nos entraríamos com uma denuncia no Ministério Publico, por que já havíamos alertado a mesma. O Secretário teria confirmado à Ouvidora a retirada dos equipamentos. Já a Ouvidora nos disse que iria levar até o conhecimento do Prefeito o ocorrido. A verdade é uma só nesse mês de Setembro já perdemos dois moradores por falta de socorro e até agora não sabemos se iremos perder mais uma, tomara que não    esteja lançada a própria sorte.
 Valdinei Tavares

MAIS UMA TENTATIVA DE ADEMAR COUTINHO. É TINHA QUE SER COUTINHO.

Moradores desalojados do bairro Nova Esperança em Aracruz, estão apreensivos, com rumores que o prefeito Ademar Couitnho Devens não irá pagar os alugueis sociais. É de ficar apavorado mesmo já que a maioria dos alugues pagos, foram feitos de formas irregular, a maioria dos proprietários que alugaram seus imóveis para prefeitura não assinaram nenhum contrato de locação com a mesma, desta forma nada de concreto tanto para os locatários quanto para o desalojados pela prefeitura. Outra preocupação é a seguinte, no mês passado o pagamento foi realizado em mãos aos proprietários pela Tesouraria da prefeitura, em cheques porem trazendo muito transtorno,  eram muitos meses de atrasos sem  pagamento, processos sem despachos, falta de vistorias nas casas de alugueis, sumiços de documentos de imóveis e pessoas, lentidão e descaso em alguns setores dificultando os serviços  da Secretária de Habitação. O medo passa ser mais constante agora já que os problemas são os mesmos e continuam também nesse mês, ambas as partes temem que o pagamento atrase por esses e outros problemas já existentes ou até mesmo ser suspensos.  O grande pesadelo é a demora do inicio das construções das casas para estas famílias, já se aproxima o 5º mês do despejo, e a prefeitura não vem cumprindo o TAC, (Termo de Ajustamento de Conduta), firmado entre a Defensoria Pública Estadual, Prefeitura Municipal de Aracruz e Ong Amigos da Barra do Riacho representando os moradores. Sendo desta forma a Ong Amigos da Barra do Riacho, vem a público, mostrar sua preocupação, com a falta de compromisso do Executivo Municipal e seu legislativo que não fiscaliza nada e não se manifesta a respeito. Por que será? Até agora não foi feito o chamamento público da obra, o tempo vai passando e daqui apouco não se licita a obra nesse ano e dai não será possível realizar a obra, nem nesse ano e nem no ano que vem, já que se trata de ano eleitoral, e mais, tentaram sair como vitimas dizendo que fizeram de tudo e o impossível, mas esbarraram na burocracia da lei, e jogaram a culpa no próprio povo sem teto. É esperar pra ver se a Defensoria Publica e demais órgãos, não serão, os próximos que iram  virar chacota neste município,  se  não tomarem providencias. Por tudo que o município vem passando com tanto indícios de fraudes e nenhuma punição, leva crer, que Aracruz é terra sem lei, sem justiça e o pior deixa claro que os poderosos não receiam, nem Defensoria Pública, Ministério Público

sábado, 24 de setembro de 2011

MATÉRIA DE BARRA DO RIACHO GANHA REFORÇO DO SECULO DIÁRIO!

22/09/2011 

Comunidades do município de Aracruz
temem fechamento de acesso a rodovias


Cristina Moura


Acessos de comunidades de Aracruz ligadas a rodovias estaduais correm o risco de ser fechados. O alerta é da ONG Amigos da Barra do Riacho. Os moradores lamentam que o acesso que ligava a aldeia indígena Pau-Brasil ao vilarejo Barra do Riacho, há mais de 100 anos, acabe simplesmente para atender ao interesse econômico. “Não somos contrários ao desenvolvimento, desde que seja sustentável e de boa vizinhança”, afirmam os componentes da ONG.
Os moradores afirmam, ainda, que a ONG vem há vários anos se manifestando e pedindo a construção de dois viadutos, um ao sul de Barra do Riacho, junto à Portocel, e outro a noroeste. Essa construção, segundo os moradores, resolveria o problema da comunidade, que fica à mercê de trens que fecham os acessos, provocando transtornos. A urgência é a sinalização do local, uma passagem de nível que corta a linha férrea da Companhia Vale do Rio Doce (CVRD), que dá acesso à rodovia ES-010, saindo do bairro Xique-Xique e vice-versa.
A comunidade também está temendo um problema grave, como não poder se deslocar devido a um eventual vazamento químico provocado pelas indústrias que cercam o local. Em caso de atropelamento também não haveria socorro, já que não há hospital próximo.
“Se não for desta forma, respeitando o direito de nossa comunidade, de ir e vir, não restará outra forma a não ser liberar os nossos acessos como foi feito pelos moradores neste decorrente ano”, afirmou a ONG, lembrando os mutirões organizados pela comunidade para cobrir um “valão” que impedia o acesso.
A falta de acessibilidade para os centros urbanos e florestais vizinhos teria sido parcialmente resolvida, em 2008, quando um acordo foi firmado entre prefeitura de Aracruz, Companhia Vale do Rio Doce (CVRD), Aracruz Celulose (Fibria) e Associação Comunitária de Barra do Riacho (ACBR). O conflito havia sido iniciado a partir da venda de uma determinada área que pertencia à Fibria para a empresa Nutripetro.
Aguardando um projeto
Segundo a associação, o terreno já pertencia à própria comunidade, atualmente com mais de 10 mil pessoas que dependem da utilização dessa via. Um dos acessos é justamente a ligação de Barra do Riacho à rodovia ES-010 pelo bairro Xique-Xique. No dia, 9 de julho de 2008, essa ligação foi concedida, por meio de oficio, pela Fibria.
Depois de uma reunião proposta pela empresa, com o objetivo de fixar prazos e responsabilidades, a comunidade pediu à prefeitura iluminação e, em seguida, a pavimentação do acesso. O presidente da ACBR, Paulo Flávio Machado, garantiu que o acordo ainda não foi cumprido pela administração municipal, que chegou a fazer um orçamento, mas não executou.
A Nutripetro informou à comunidade que está elaborando um projeto para a construção de um trevo no local, com a devida sinalização, no sentido de facilitar o tráfego, tanto de pedestres quanto de veículos. Além dos moradores de Barra do Riacho, também utilizam o acesso moradores de aldeias indígenas e outras comunidades vizinhas.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Folha do Litoral divulga nomes que podem ser prefeito de Aracruz.

Folha do Litoral divulga nomes que podem ser prefeito de Aracruz.

No Folha do Litoral, desta semana, foi vinculado em uma de suas colunas mais precisamente “OS VOOS DO CHAUÔ, quem poderão ser os candidatos a prefeito de Aracruz, no ano que vem. Os nomes lembrados até o momento são os de Artur Sapão, Gil Furieri, Jones Cavaglieri, Marcelo Coelho, Luis Soares Cordeiro, Saulo Meirelles, Valdinei Tavares, Étore Cavalheri, Carlos Aguiar, Denise Gonçalves, Dirceu Cavalheri e Alcântaro Filho. Quero agradecer, ao povo de Aracruz por ter, pela terceira vez o meu nome relacionado à possível concorrência a prefeitura de Aracruz, tenho certeza, e é inevitável não dizer que meu nome se tornou conhecido em Aracruz, no estado Espírito Santo e em todo Brasil, devido aos trabalhos prestados e realizados em prol do aracruzense principalmente nos últimos acontecimentos no nosso município. Com muita humildade quero dizer que ainda é muito sedo para tal desenvoltura, também não é de se deixar passar despercebida a notoriedade do nosso nome hoje no cenário político de Aracruz e do estado, reconhecimento esse adquirido por influencias de Movimentos Populares, Movimentos Ambientalista, Político e Sindical.

Confira algumas análises que tivemos acesso, existem outras que não olhamos ainda.
O interessante é que você só tem direito a um voto.


terça-feira, 20 de setembro de 2011

MAIS UM EMPREENDIMENTO SEM CONSULTAR A COMUNIDADE!

20/09/2011 

Aracruz: além do estaleiro Jurong, o
município receberá tanques de soda cáustica


Flavia Bernardes


A Oil Power irá ocupar áreas que eram da ex-Aracruz Celulose para construir tanques de armazenamento de granéis líquidos como combustíveis e soda cáustica. O terreno fica ao lado do doado pela prefeitura para a construção do estaleiro da Jurong, na Barra do Riacho, em Aracruz.
A área pretendida não demonstra aptidão do ponto de vista ambiental para abrigar o estaleiro e os tanques de granéis líquidos, alertam os ambientalistas. A  intervenção física causará impactos ambientais de proporções imensuráveis e irreparáveis, não passíveis de uma compensação equivalente, ressaltam.
A informação é que a sociedade ainda não foi informada sobre os planos da Oil Power para a região. E, desta forma, todos se preocupam com a proximidade dos tanques, inclusive de soda cáustica.
Após um processo de licenciamento conturbado para a construção do estaleiro em área de relevante importância ambiental e da construção dos tanques, a população terá ainda que lidar com a possibilidade de mais tanques similares aos da Oil Power pela Odjfeel, conforme foi divulgado pelo jornal A Tribuna.
Todos os empreendimentos contam com o apoio do prefeito do município, Jones Cavaglieri. A informação é que representantes da Odjfeel estiveram no município para contratar a empresa que fará os estudos visando ao licenciamento ambiental.
A região também é visada pela Codesa, que ali pretende construir um terminal para movimentação de granéis líquidos.
A Barra do Riacho, antes um vilarejo de pescadores, vem se transformando em um verdadeiro retrato do ‘desenvolvimento’ proposto no Estado. Para as entidades que acompanham a chegada de empresas na região, a situação só piorou desde a construção da ex-Aracruz Celulose, atual Fibria, e o seu Portocel, cujo impacto direto foi sofrido pela população indígena através da ocupação de terras tradicionais; pela sociedade – através do inchaço populacional, aumento de violência e tráfico de drogas e falta de infraestrutura – e sobre a comunidade pesqueira, que chegou a ficar até dois meses sem pescar devido às intervenções realizadas pela Aracruz Celulose ao desviar água do rio Doce para dentro de suas fábricas.
Além dos empreendimentos citados, trabalha na região também a Petrobras, que constroi um gasoduto e vem gerando conflitos com sociedade.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Acessos de Barra do Riacho, que liga as Rodovias Estaduais correm o risco de serem fechados.


Acessos de Barra do Riacho, que liga as Rodovias Estaduais correm o risco de serem fechados.




A ONG  AMIGOS DA BARRA DO RIACHO, acompanhou esta mobilização da comunidade na época e realmente é uma vergonha como as autoridades vedam  os olhos e permita que um acesso que ligava a aldeia Pau-Brasil ao Vilarejo de Barra do Riacho a mais de 100 anos, acabe assim simplesmente pra atender o capital econômico, não somos contrários ao desenvolvimento desde que seja sustentável e de boa vizinhança. A verdade é uma só, a ONG AMIGOS DA BARRA DO RIACHO, vêm a ano se manifestando nas construções de dois VIADULTOS, um ao sul de Barra do Riacho junto ao PortoCel, e outro ao noroeste de Barra do Riacho, neste sentido resolveria o antigo problema da comunidade ficar a disposição dos “trens” que fecham nossos acessos  trazendo transtornos e um risco de vida em uma emergência tanto em prestação de socorro ou até mesmo em uma evacuação da população em caso de vazamentos químicos da industrias que nos cercam, resolvendo assim também, o problema do acesso centenário. Se não for desta forma, respeitando o direito de nossa comunidade de ir e vir não restará outra forma a não liberar os nossos acessos como foi feito pelos moradores neste decorrente ano com apoio da ONG AMIGOS DA BARRA DO RIACHO, a parti daí reiniciou a preocupação que mais uma vez a comunidade seja atropelada, e não adianta depois falarem que não sabiam dos problemas a ONG AMIGOS DA BARRA DO RIACHO, esta de olho junto com os moradores como também demais entidades. 

15/09/2011 

Dez mil moradores de Barra do Riacho
reclamam de falta de acesso à ES-010


Cristina Moura
A comunidade de Barra do Riacho, município de Aracruz, está sofrendo com a falta de acessibilidade a um terreno fundamental para a locomoção aos centros urbanos e florestais vizinhos. O local tem 10 mil pessoas prejudicadas. A reivindicação da comunidade é a ligação de Barra do Riacho à rodovia ES-010 pelo bairro Xique-Xique, concedida, por meio de oficio, no dia 9 de julho de 2008, pela Fibria (ex-Aracruz)..
O ofício foi assinado à época por Robson Leite Nascimento, gerente de Relações com a Comunidade. A liberação de acesso, no entanto, seria concedida mediante uma reunião com os envolvidos para a fixação de prazos e responsabilidades, segundo a resposta da empresa. O ofício concluiu enfatizando o compromisso da empresa de colaborar, sempre que possível, “para o desenvolvimento de comunidades vizinhas das áreas florestais e fabris”.
No mês seguinte, depois do acordo firmado entre as partes, a comunidade solicitou a iluminação do acesso ao próprio prefeito de Aracruz, Ademar Devens. O acordo foi firmado entre a prefeitura de Aracruz, CVRD, Aracruz Celulose (Fibria) e Associação Comunitária de Barra do Riacho. A venda de uma determinada área que pertencia à Fibria e atualmente pertence à empresa Nutripetro, gerou um conflito, segundo a associação de moradores. A comunidade está impedida de utilizar com segurança o acesso que já lhe pertencia  antes mesmo de a empresa Nutripetro comprar o terreno da Fibria. O acesso está justamente dentro da área que foi vendida.
De acordo com o presidente da associação, Paulo Flávio Machado, a prefeitura não cumpriu o acordo de pavimentar e iluminar o trecho. A prefeitura, segundo ele, chegou a fazer um orçamento, mas não executou. A Nutripetro, porém, comunicou à associação que está finalizando um projeto para construir um trevo no acesso e facilitar o trânsito. “Eles até que demonstraram boa intenção para resolver a situação. Já avisamos que precisamos desse acesso o mais rápido possível”, afirmou Paulo.
Acesso difícil 
A discussão começou em setembro de 2007, a partir de um ofício que pediu à Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) a abertura do acesso. O argumento dos moradores é que a estrada existia antes mesmo da via férrea. Segundo o pedido, há uma empresa de produtos químicos num dos acessos à comunidade que coloca em risco os moradores. O acesso bloqueado impediria uma possível saída de emergência, já que não há hospital no local e o pronto-socorro mais próximo está localizado a 28 km.
Segundo os moradores, o acesso, se concluído, diminuiria o percurso em 3,5 km. Além dos moradores de Barra do Riacho, também utilizam o acesso moradores de aldeias indígenas e outras comunidades vizinhas. Sem resposta e ação por parte da CVRD, a comunidade enviou outro ofício, em fevereiro de 2008. O argumento foi reforçado com a preocupação de que o fluxo de veículos de carga e descarga da Portocel havia aumentado, fazendo crescer, assim, o risco de acidentes, pois os moradores não contam com outro acesso para sair em caso de emergência.
Dois meses depois, em abril, ainda sem resposta, o presidente da Câmara Municipal de Aracruz, vereador Ismael da Rós Auer, enviou um pedido ao secretário municipal de Infraestrutura e Transporte, Ronaldo Vieira Delboni. O documento da Câmara pediu a sinalização da passagem de nível que corta a linha férrea da CVRD, que dá acesso à rodovia ES-010, saindo do bairro Xique-Xique e vice-versa, nas proximidades de Barra do Riacho. Desde 2008, a comunidade espera por uma solução

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

VEJA A VERDADE DO QUE VEM OCORRENDO NO "ENGAJAMENTO DE BARRA DO RIACHO"

Nesta terça-feira 13 de Setembro de 2011, ocorreu mais uma reunião do “ Engajamento de Barra do Riacho”, a ONG Amigos da Barra do Riacho se fez presente, infelizmente as coisas não andam como esperávamos conversei com alguns lideres evangélicos e moradores no final da reunião e mostraram suas insatisfações de serem convidados as  pressas e por não estarem por dentro dos acontecimentos. No começo dos estudos realizados pela empresa  “ Diagonal” todos  foram consultados, mesmo que em separados tanto lideranças como moradores, empresas, evangélicos, comerciantes e outros. Neste momento as informações são restritas a poucos e limitadas muitos que ajudaram elaborar os estudos nem se quer são mais convidados para participar de reuniões no então "Engajamento de Barra do Riacho”.

Porem  no dia 13  de Agosto foi “ APRESENTADO NA ACBR O Fórum Permanente de Diálogo e  Desenvolvimento Social (Representantes da comunidade , poder público e Empresas). É UM GRUPO DE REPRESENTANTES QUE ESTARÃO EMPENHADOS EM  VÁRIOS COMITÊS TEMÁTICOS (SAÚDE, SEGURANÇA, QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL, INFRA-ESTRUTURA E SANEAMENTO, PROJETOS SOCIAIS E FORTALECIMENTO COMUNITÁRIO E COMUNICAÇÃO) COM O OBJETIVO DE DAR CONTINUIDADE DE MELHORAR A VIDA DOS MORADORES DE BARRA DO RIACHO”.  Apresentação esta feita, sem a comunidade ter ciência, digo o povão, vamos dar um exemplo nós da ONG Amigos da Barra do Riacho só soubemos neste dia 13 de setembro, um mês depois, quando vimos nosso nome incluído em um dos COMITÊS sem se quer nossa instituição ter sido consultada, não temos problema algum colaborar a onde fomos colocados estamos ai pra somar e multiplicar, porém não é desta forma, entidades impondo suas vontades sobre as outras, que se constrói um fortalecimento COMUNITÁRIO, nesta terça-feira,  13 de setembro nós da ONG colocamos todas nossa indignações sobre o que vêm ocorrendo com esta centralização de reuniões e falta de divulgação a nossa comunidade do que vêm ocorrendo no “Engajamento de Barra do Riacho”, e nos colocamos a disposição pra fazer divulgações e colaborar no que for preciso para o bem estar da nossa comunidade como sempre fizemos, inclusive, como nos estudos realizado para que hoje pudesse ocorrer estas discursões no “Engajamento de Barra do Riacho”, não nos importamos de trabalhar no comitê que fomos indicados mais é um absurdo, a comunidade não saber quem esta sendo indicado pra tal responsabilidade e o pior sem saber se os mesmo terão  compromisso em tal tarefa ou até mesmo algum tipo de interesse por traz, tendo em vista ,a articulação que vimos  nas escolhas dos representantes dos comitês tirados nesta terça-feira não ouve critério algum ao não ser por indicações feitas, escolhidas a dedos,  onde não se tinha tempo nem de se opinar ou até mesmo de contestar ou sugerir, pelo menos quando tentamos falar já era indicado outro representante, pareciam estarem com medo que a ONG se colocasse a disposição para liderar algum comitê.  Fica um alerta a todos, FORTALECIMENTO COMUNITÁRIO, se faz com todos, observamos também que nesta ultima reunião a maioria dos participantes eram das empresas a minoria era da comunidade, faltou mais lideranças religiosas e lideranças de outros seguimentos então abram o leque do “Engajamento de Barra do Riacho”, com demais lideranças, em respeito as suas histórias e trabalhos prestados nesta comunidade e adjacência, amortecendo assim diversos impactos causados tanto por empresas e sociedade em um todo.  
Valdinei Tavares